Tuesday, August 05, 2008
Abrindo Novos Caminhos
Monday, August 04, 2008
Molho de Tahine Com Canela
Caldeirão da Bruxa Vet
Meus Experimentos na Cozinha
(Tinne Fonseca)
Molho de Tahine Com Canela
Ingredientes:
· Um Pote de Iogurte Natural (Integral ou Desnatado)
· Uma colher de chá de molho de Tahine
· Uma colher de sopa de molho de Mostarda
· Uma colher de sopa de Canela em Pó
Preparo:
Misture os ingredientes muna vasilha com uma colher até a mistura ficar homogênea e sirva como tempero.
Sugestão de Acompanhamento:
Saladas variadas, legumes e verduras. Pães. Sanduíches e lanches rápidos.
Monday, July 21, 2008
As Mulheres e Suas Tragédias
Acordei hoje pensando nas mulheres e suas estórias de vida, seus objetivos, suas regras e conflitos, seus amores e desamores, suas escolhas e imposições, a fragilidade e a força feminina. Estive de férias e sem a obrigação de escrever uma só linha por mais de três semanas_ nem relatórios, nem laudos e pareceres, nem dissertações e nem coisas atoa que costumo publicar no blog. E parece que isso me deu mais força para querer retornar às palavras. Eu definitivamente admiro as mulheres, elas transformam a dor em ação e enfrentamento. Por vezes, infelizmente, são capazes de uma devastadora autodestruição. A energia gerada durante o sofrimento feminino é tão grande e ainda maior que a simples a capacidade física de um homem para carregar peso ou a habilidade objetiva para estratégias e negócios. Não é fácil sermos “super-poderosas”, e nós somos. Pena que muitas não se dão conta disso!
Lembrei-me da moça jovem que se casou para sair de casa e foi morar na casa da sogra. Depois de alguns meses de humilhação e durante a primeira gravidez, o marido resolveu começar a construir uma casa simples para os dois. Lá estava ela de barrigão numa casa sem telhado e nem se quer laje. Passando frio para não ter que ser mal tratada pela sogra e nem voltar para casa dos pais. O marido, usuário de drogas, finalizou a obra como e quando pôde. Como um rato entre labirintos ela enfrentou seus medos enquanto ele estava em qualquer outro lugar fora ou dentro de si menos ali ao lado dela.
A violência familiar arrasa as expectativas de sucesso nas relações de interpessoais. Me entristeci com a realidade das crianças em lares desequilibrados onde o agressor mora no quarto ao lado. O medo se torna tão íntimo quanto o pai que abusou sexualmente da filha aos doze anos de idade. Foi difícil ouvir as barbaridades de um mostro que pediu perdão e foi perdoado pela filha. A mãe, que nada fez, hoje sofre de psicopatia grave. As feridas da mãe não deram conta de perdoar este homem com quem ela dorme todas as noites até os dias de hoje. A menina aos dezoito anos saiu de casa e a mãe está em vias de uma internação psiquiátrica.
Pensei na meiga jovem do interior que foi para cidade grande enfrentar o mercado de trabalho. Ela é dona de notável inteligência e uma beleza exuberante com seus cabelos loiros, olhos azuis e altura de miss. Aquela que todos gostam e confiam escondia a decepção de um amor não atendo. Inevitável não perceber o olhar dos homens para ela. Sozinha vai vencendo sua própria amargura de se sentir rejeitada por um relacionamento a caminho do fim. Ele, prostrado em frente ao computador dia e noite. Ela, se conformando com a migalha de vê-lo às vezes e sempre com a internet como centro e meio para o diálogo.
Vi o ataque epilético da menina de dezenove anos que trabalha como empregada doméstica para sustentar a casa. Pobre garota pobre, com dois filhos para criar e uma mãe com Auzimer. Teve seu primeiro filho aos treze anos de idade. Com a gravidez de risco acabou adquirindo epilepsia para o resto dos seus dias. Quando ela voltou à consciência perguntava se iria ser demitida depois do episódio de crise. As pessoas costumam demiti-la quando percebem a doença. Para os menos informados e preconceituosos é como se o doente estivesse “endemoniado” É assustador o seu estado durante o inevitável ataque que lhe acomete a cada dois meses mais ou menos. É assustador ser provedora, mãe, filha, doente e sozinha ainda tão nova. Pobre garota pobre...
O sofrimento não é um benefício apenas para as mulheres jovens, também houve uma senhorinha que dizia que o marido era um homem muito bom para ela. Várias vezes ela repetia as qualidades do homem com quem nunca se casou. Moravam juntos há mais de vinte anos. Ela dizia que ele só não era uma pessoa maravilhosa quando bebia. Sob o efeito do álcool ele se tornava frio, grosseiro, quebrava coisas dentro de casa e ameaçava agredi-la fisicamente. Já não dividiam o mesmo quarto há anos. Perguntei a ela com que freqüência ele estava embriagado e se tornava um homem ruim e ela me respondeu com olhos emocionados que ele bebia todos os dias a noite... Pouco tempo depois ela, quase aos setenta anos, veio me contar que havia se separado. Ele, além de retirar-lhe a segurança de uma companhia durante a velhice, pediu metade de tudo o que era dela como forma de negociação para sair de casa.
A senhora moça que passou a vida como dona de casa dedicada ao marido, aos filhos e netos. Foi uma das mais nobres pessoas que conheci e vangloriáva-se pelo prazer de sentir-se mais linda a cada dia a espera de seu amado. Ninguém reconhecia sua idade e muito menos o motivo que levou o marido a traição. No dia que ela descobriu através da própria amante dele seu mundo ruiu. A depressão foi inevitável e ela acabou com um quadro de anorexia na UTI de um hospital. Não conseguia suportar a dor da humilhação social e a vergonha do erro das próprias escolhas. Embora nenhum homem peça permissão para trair, por que jurar e exigir um amor exclusivo para vida toda?
Talvez relacionamentos abertos onde não haja cobranças em relação à fidelidade e não se divide as contas seja uma saída. Não sei se acredito que alguém consegue ser feliz sem dividir a vida além da cama. Quando se chega em casa cansada, sem ninguém para conversar, sem um peito para recostar-se, sem alguém para fazer nossas vontades... E sem vontade de nada. A quem recorrer nestas horas? É mais deprimente ainda ver mulheres solitárias escondidas atrás de um rótulo de relacionamento seja ele qual for _como amantes, namorados, namoros à distância ou casamentos que não satisfazem a real necessidade de contato e atenção que nós mulheres precisamos e merecemos.
E Jéssica Parker, protagonista do filme Sex in the City que leva o mesmo nome do seriado sobre mulheres de vanguarda em New York City. Abandonada na porta da igreja pelo noivo. Um caso, um “rolo”, que durou dez anos e ousou tornar-se seu legítimo marido ficou com medo de encarar o altar depois de duas experiências fracassadas de casamentos mal sucedidos. Durante o enredo a cerimônia de casamento é vista como um negócio lucrativo, menosprezando assim os sonhos e fantasias comuns as Cinderelas do século XXI que fingem não ligar para toda esta ritualística.
Não acho que a culpa esteja nos homens. Eles estão tão perdidos quanto as mulheres em suas contradições. Quem consegue entender nossas vivências? Por que suportamos tanto? Esta atitude suicida será uma prova de ousadia ou covardia? Quem consegue medir o quanto suporta o coração de uma mulher e pra quê? Haja força para ser como as mulheres! Helenas e Marias. Amélias e Luízas. As que são mães e as que nunca serão. As virgens e as vítimas de estupro. As chefes e as faxineiras. As da política e as mais belas modelos do mundo. As cientistas e as artistas. As gueixas antigas e as prostitutas modernas. As policiais e presidiárias. Bombeiros e incendiárias. As religiosas e as bruxas... As menos ou mais encantadoras criaturas que habitam neste planeta e são movidas pela necessidade de amor.
Moqueca de Soja
Meus Experimentos na Cozinha
(Tinne Fonseca)
· 1 Pimentão Vermelho
· 1 Pimentão Amarelo
· 1 Pimentão Verde
· 1 Cebola Grande
· 1 Tomate Grande
· 1 e ½ Copo de Leite de Côco
· ½ Copo de Extrato de Tomate
· Soja em Cubos
· 1 Limão ou 1 Laranja
· Azeite de Oliva
· Alho Socado ou Tempero de Legumes
· Cheiro Verde e/ou Cebolinha a gosto
· Pimenta do Reino a gosto
· Sal
Preparo:
Deixe os cubos de soja em água morna por 15 minutos. Retire a água, corte pedaços menores e descanse a soja no suco de limão ou de laranja até a soja ser colocada na panela. Corte os pimentões, a cebola e o tomate em rodelas grandes. Numa frigideira funda coloque o azeite, alho ou tempero de legumes e a cebola para dourar. Acrescente o tomate e deixe até desmanchar as rodelas. Acrescente o extrato de tomate. Coloque a soja sem o suco na frigideira. Acrescente o cheiro verde e/ou Cebolinha a gosto, sal e pimenta do reino. Deixe ferver por alguns minutos até a mistura parecer homogenia. Coloque os pimentões sobrepostos na seguinte ordem: vermelhos, amarelos e verdes. Tampe a panela por mais cinco minutos. Desligue o fogo e acrescente o leite de côco misturando levemente para ser servido como quiser.
Sugestão de Acompanhamento:
Arroz comum ou Arroz Integral. Suco de frutas da época ou Vinho Branco.

Por que muitas pessoas insistem em se relacionar com parceiros egoístas?
Entrevista de Erica Andrade com o Psicoterapeuta Flávio Gikovate _ Correio Braziliense, 20 de julho de 2008.
Farofa de Nozes
Reveita Vegetariana Vigana
Farofa de Nozes
· 2 Xícaras de Nozes Picadas
· 1 Xícara de Grão de Trigo Germinado
· 1 xícara de Uva Passas
· 1 Xícara de Linhaça
· Noz Moscada a Gosto
· Sal
Preparo:
Triture as nozes. Acrescente todos os ingredientes citados: grão de trigo germinado, uva passas, linhaça, sal e noz moscada. Misture bem e sirva. Use como acompanhamento para outros pratos.
Sugestão de Acompanhamento:
Arroz comum ou Arroz Integral. Salada Verde. Legumes e Verduras. Carne de Soja preparadas de diversas formas. Suco de frutas da época.

Tuesday, July 15, 2008
Wednesday, June 25, 2008
Perdendo para a Doença
Sunday, June 22, 2008
Prêmio

Mudando...
(tinne Fonseca, A Imperatriz)
Nada de Pão, doces e refrigerantes,
Caminhadas três vezes por semana no mínimo.
Chega de ficar em casa,
A ordem agora é viver coisa nova!
Estou voltando ao ritmo de visitas e viagens,
Neste final de semana fui a Pirenópolis,
Em sete dias estarei em São Paulo fazendo um curso.
Em julho pretendo estar na Chapada dos Veadeiros,
Festival Trance de Inverno, dançar com a lua e dormir na mata.
Atualizações Necesárias: Máquina Digital, Secretária Eletrônica,
Laptop, Celular, Internet 3G em qualquer lugar e fones de ouvido.
Comprei um abajur melhor, mais ainda preciso ir ao oftalmologista.
Nutricionista, Dermatologista, Dentista... E fazer o “Preventivo”.
Me perdi por aí, e não sei onde coloquei tanta coisa...
Onde será que está meu pen drive com gravador de voz?
Minhas luvas? Meu Casaco de Neve? Meu Guia Quatro Rodas?
Meus livrinhos dos Vigilantes do Peso? E o Medicina de A a Z?
Nossa! Por onde mesmo eu estive durante todos estes dias?
Onde estava “Eu Mesma”? Ah! Já sei... Ocupada com os outros!
O cansaço e a preguiça de fazer coisas por mim não me dominam mais,
Se eu me deixar levar por tudo isso vou querer pouco, conhecer pouco,
Escrever pouco, amar pouco, me contentar com o pouco... E viver pouco!
Cansei de passar o final de semana entre relatórios e palavras ao vento,
Dez anos de formada, doze de carteira, oito em clínica multidisciplinar,
Sete em consultório particular, mas preciso de novos desafios.
Preciso refazer meu currículo, meus contatos, minhas contas,
Meu Imposto de Renda, meus apegos e afetos, minha vida...
Vou molhar a grama, lavar o carro, tomar sol e cuidar das flores.
Vou olhar pra fora, aceitar convites, tomar um porre e cuidar das dores.
Tinne Fonseca
_ A Imperatriz
Thursday, June 19, 2008
Indefinido e Infinito...
E como se o tempo não houvesse passado, ainda tens a mesma pele macia. Ainda me chamas de linda tantas vezes que eu ainda acredito. Ainda me olha como se entrasse não só em meu corpo como também em minha alma. Eu tento resisti, mas com jeito tu chegas e eu vou deixando. Depois eu não consigo mais escapar e te desejo. O único movimento de fuga é o das horas. Será meu veneno e meu vício pra sempre, meu querido eterno “qualquer coisa”...
Aprendi como lidar com as emoções capazes de me confundir. Cansei de tentar entender as coisas! Isso é mesmo tudo o que pode ser. O que vai durar pra sempre não pode ser desgastado com questões rotineiras. O resto eu deixo pra estragar com outro. Aprendi a gostar de você como dá para ser. Não seria suficiente para mim se fosse de outra forma. No fundo eu sei que para muitas outras coisas você não serve...
Se a gente tivesse formalizado o ato, talvez os valores agregados destruíssem a nossa harmonia perfeita. Não haveria sido selado como eterno o êxtase momentâneo e o prazer completo que se despede sem a obrigação de acontecer novamente. Não quero me preocupar com o que nasceu para viver sem rumo, não é você quem eu quero como o que vai definir o rumo da minha vida. Amo liberdade pela possibilidade da escolha...
Você me faz rir quando tenta explicar o que acontece com a gente através de vidas passadas e feitiços. Certa vez quando você chamou a morte para perto de si dissestes que ao deixar de viver viria puxar meu pé à noite ou beijar o meu pescoço para sentir meu cheiro, pois nunca iria me deixar. A gente se entende, mesmo sem querer. A gente se quer, mesmo sem poder. E o que poderia vir a ser diferente a gente não quer! Não nesta vida...
Não há sentimento nesta relação? Ela se basta para aquilo que se propõe. Para o que completa quatro anos. Idas e Vindas que deixaram pelo caminho as expectativas e cobranças. Sem amarras, sem rótulos e com a sociedade hipócrita e medíocre fora disso. É bom ouvir-te dizendo de tua paz, tua vontade, teu carinho por mim e da impressão que tens que o mundo pára quando estamos juntos. Felizmente _ou não, o mundo continua dando suas pausas para manter-nos unidos...
Tinne Fonseca
_ A Imperatriz
Friday, June 06, 2008
Tuesday, June 03, 2008
Atitudes Gritantes por trás do Silêncio
Para a manutenção da boa educação eu fui cortez. Você diz não saber até onde somos educados um com o outro. Você se preocupou em não me magoar, mas não conteve suas palavras para declarar seu carnal desejo marginal por me ter como uma fruta doce. Em segredo eu deixei a vontade de ver o tigre tatuado e a mostra quando estavas nu. Somente para você o sexo pelo simples prazer alcançado durante o ato faria sentido. Calei-me. E eu não quis dar o braço a torcer por minhas expectativas além da cama.
Eu tive que me contentar quando disse que de “certo modo” eu sempre fui especial porque eu controlava suas tempestades e te confortava. Afastei-me. Infelizmente, não foi a sua presença que eu tinha quando era eu quem estava presa a Caverna dos Demônios da Montanha Obscura e fabricava pérolas dos meus mais diversos sofrimentos. Muita coisa aconteceu sem a sua participação _ nem se quer estiveram relacionadas a ti, e você não percebeu. Mesmo assim se achou no direito de me cobrar o motivo das cicatrizes.
Maldita hora do reencontro! Ingenuidade a nossa pensar que o passado não viria à tona sendo influenciado pela frieza e distância estabelecia nos últimos meses. Nem as tatuagens se mantiveram as mesmas. Foi duro ler um nome de mulher que não exista antes entre as estampas coloridas visíveis do seu corpo. Apesar do bem que fizemos um ao outro, te ver novamente nos destruiu. Senti-me uma taça de cristal quebrada, sem concerto. Como se só me restasse o lixo, ser descartada da sua vida para sempre.
Confessei minha fraqueza por não ter conseguido sair da relação sem me sentir envolvida. Mostrei-me. Revelei finalmente o que senti. Não pedi solução rápida para um problema, não exigi que você tivesse algo a dizer e muito menos precisava ser aconselhada. E ouvi um rosário completo sobre modernidade e mulheres da minha geração. Dane-se o que elas fazem ou pensam, nenhuma delas vai chorar minhas lágrimas! Se quiseres ser mais leal e verdadeiro precisa aprender a lidar com a verdade dos outros ao invés de tentar corrigi-los.
Sinto ter te atingido sem ter lutado, minha resistência foi o meu maior ataque. E sua reação proporcional ao seu momento atual, talvez nem haja relação comigo. Deveríamos ter nos enfrentado no tatame, seríamos melhores e mais justos se fossemos lutadores profissionais. Não quis seguir as suas regras e você fingiu muito mal ter aceitado as minhas. De nada adiantou uma conversa cilivizada sobre família, carreira e planos para o futuro. Conversas sem nexo, palavras jogas fora quando se tinha muito a dizer.
Provavelmente eu tenha me apaixonado por alguém que eu pensava que você fosse... , um personagem saído das histórias épicas de guerras e conquistas. Já não sei se era a máscara ou o próprio mascarado quem me aproximava do êxtase físico e literário. Sua fantasia me preenchia e me conectava com o sagrado trazendo uma esperança renovada, como encontrar-me com guerreiros reais encarnados. Acreditei que pudesse haver homens capazes de tornar o mundo melhor por suas convicções e atitudes. Porém, deparei-me apenas com meninos grandes e suas armaduras...
Tinne Fonseca _ A Imperatriz
01 de junho de 2008
Sunday, June 01, 2008
Thursday, May 22, 2008
Encontro Das Águas
Composição: Jorge Vercilo/ Jota Maranhão
Sem querer te perdi tentando te encontrar
Por te amar demais sofri, amor
Me senti traído e traidor
Fui cruel sem saber que entre o bem e o mal
Deus criou um laço forte, um nó
E quem viverá um lado só ?
A paixão veio assim afluente sem fim
Rio que não deságua
Aprendi com a dor nada mais é o amor
Que o encontro das águas
Esse amor
Hoje vai pra nunca mais voltar
Como faz o velho pescador
Quando sabe que é a vez do mar
Qual de nós
Foi buscar o que já viu partir,
Quis gritar, mas segurou a voz,
Quis chorar, mas conseguiu sorrir ?
Quem eu sou
Pra querer
Entender o amor?















